Eletrolisador PEM ou AELOs electrolisadores PEM têm uma eficiência estável numa vasta gama de potência de entrada e acompanham as mudanças de carga em segundos. É até possível ligar diretamente o PEM à energia fotovoltaica sem qualquer eletrónica intermédia. Parece ótimo, mas tem graves desvantagens: menor tempo de utilização do equipamento e preços elevados devido a materiais extremamente caros como o irídio e a platina. A produção mundial de ouro é de 3.000 a 3.500 t/a, e a de platina é de 180 a 200 t/a. Dispomos apenas de 7 a 8 t/a de irídio. Mesmo a produção mundial completa de irídio seria de apenas 11 GW de electrolisadores PEM.
Surpresa, voltámos a detetar uma transição de rentabilidade falhada.
Houve uma altura em que a energia fotovoltaica e as baterias eram extremamente caras. Num eletrolisador PEM não são necessárias baterias, fazendo o melhor uso possível da dispendiosa energia fotovoltaica. Neste cenário, o elevado preço por kW dos electrolisadores PEM não importava. Neste cenário, a escassez de irídio não era importante. Mas, mais uma vez, temos uma transição de rentabilidade falhada. Como é que isto pode acontecer tão frequentemente no domínio da transição energética?
A melhor explicação é o trauma do "não faz sentido do ponto de vista económico". Antes de 2009, as pessoas que trabalhavam na transição energética ouviam repetidamente: "Não faz sentido do ponto de vista económico". Ao longo de vários anos, isto transformou-se num trauma grave. A reação foi: "Temos de o fazer, custe o que custar". Esta reação traumática levou a transição energética a uma má situação. |
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Surpresa, voltámos a detetar uma transição de rentabilidade falhada.
Houve uma altura em que a energia fotovoltaica e as baterias eram extremamente caras. Num eletrolisador PEM não são necessárias baterias, fazendo o melhor uso possível da dispendiosa energia fotovoltaica. Neste cenário, o elevado preço por kW dos electrolisadores PEM não importava. Neste cenário, a escassez de irídio não era importante. Mas, mais uma vez, temos uma transição de rentabilidade falhada. Como é que isto pode acontecer tão frequentemente no domínio da transição energética?
A melhor explicação é o trauma do "não faz sentido do ponto de vista económico". Antes de 2009, as pessoas que trabalhavam na transição energética ouviam repetidamente: "Não faz sentido do ponto de vista económico". Ao longo de vários anos, isto transformou-se num trauma grave. A reação foi: "Temos de o fazer, custe o que custar". Esta reação traumática levou a transição energética a uma má situação. 


